A hipertensão arterial, ou pressão alta, é um problema de saúde silencioso que afeta milhões de pessoas no Brasil e no mundo. Muitas vezes, a doença não apresenta sintomas, mas, quando não controlada, aumenta consideravelmente o risco de problemas sérios como infarto, AVC, insuficiência cardíaca e renal.
Como a Dra Bruna pode te ajudar a controlar sua pressão?

A Dra. Bruna Brandolini é uma renomada especialista em Hipertensão Arterial, reconhecida por sua ampla experiência e excelência no diagnóstico, tratamento e prevenção dessa condição. Como cardiologista de destaque, ela se dedica a oferecer um atendimento diferenciado e altamente qualificado, garantindo a seus pacientes o melhor cuidado para a saúde cardiovascular.
Com uma abordagem baseada em evidências científicas e tecnologia de ponta, Dra. Bruna alia conhecimento técnico a uma escuta atenta e humanizada. Cada consulta é personalizada, considerando o histórico, os fatores de risco e o estilo de vida de cada paciente, a fim de proporcionar um plano de tratamento eficaz e individualizado.
Sua reputação como uma das melhores especialistas da área se deve não apenas à sua expertise, mas também ao compromisso com a qualidade de vida e o bem-estar dos pacientes. Seja para prevenção, controle rigoroso da pressão arterial ou tratamento de complicações cardiovasculares, Dra. Bruna Brandolini é a referência ideal para quem busca cuidado especializado e resultados concretos.
Se você deseja um acompanhamento personalizado e um plano de tratamento eficaz para a hipertensão arterial, agende sua consulta com a Dra. Bruna Brandolini e dê o primeiro passo para uma vida mais saudável e equilibrada.





O que é hipertensão arterial?
A hipertensão arterial, também conhecida como pressão alta, é uma condição crônica caracterizada pela elevação persistente da pressão do sangue nas artérias. Isso significa que o coração precisa fazer mais força para bombear o sangue pelo corpo, o que pode sobrecarregar o sistema cardiovascular ao longo do tempo.
Valores de Referência
A pressão arterial é medida em milímetros de mercúrio (mmHg) e expressa por dois valores:
- Pressão sistólica (máxima): força do sangue quando o coração se contrai.
- Pressão diastólica (mínima): força do sangue quando o coração relaxa entre as batidas.
A hipertensão arterial é diagnosticada quando os valores estão iguais ou superiores a 140/90 mmHg (ou 14 por 9) em múltiplas aferições.

O que causa Hipertensão arterial?
A hipertensão arterial pode ser causada por diversos fatores, que podem estar relacionados ao estilo de vida, predisposição genética ou doenças secundárias. De forma geral, as causas podem ser divididas em dois tipos:
Hipertensão Primária (ou Essencial) – 90% dos casos
É a forma mais comum da doença e não tem uma causa única identificável. Ela se desenvolve ao longo do tempo devido a uma combinação de fatores genéticos e ambientais. Alguns dos principais fatores de risco incluem:
- Histórico familiar: pessoas com parentes próximos hipertensos têm maior risco.
- Idade avançada: com o envelhecimento, as artérias perdem elasticidade e ficam mais rígidas.
- Obesidade e sobrepeso: o excesso de peso sobrecarrega o coração e aumenta a resistência vascular.
- Sedentarismo: a falta de atividade física reduz a eficiência do sistema circulatório.
- Dieta rica em sal, gorduras e ultraprocessados: o sódio em excesso leva à retenção de líquidos, aumentando a pressão arterial.
- Estresse crônico: pode levar a descargas hormonais que elevam a pressão arterial.
- Apneia do sono: distúrbios respiratórios durante o sono podem contribuir para a hipertensão.
Hipertensão Secundária – 10% dos casos
A hipertensão secundária ocorre como consequência de outras doenças ou condições. Nesses casos, trata-se de um sintoma de um problema subjacente. As principais causas incluem:
- Doenças renais crônicas: comprometem a capacidade dos rins de regular a pressão arterial.
- Doenças endócrinas: como hipertireoidismo, síndrome de Cushing e feocromocitoma.
- Uso de medicamentos: corticoides, anti-inflamatórios, anticoncepcionais e descongestionantes nasais podem elevar a pressão.
- Doenças cardiovasculares congênitas: como a coarctação da aorta.
- Abuso de drogas ilícitas: cocaína e anfetaminas podem provocar crises hipertensivas.

Por que a Hipertensão é tão perigosa?
A pressão arterial é a força que o sangue exerce contra as paredes das artérias. Quando essa força é constantemente elevada, as artérias sofrem danos, tornando-se mais rígidas e estreitas. Com o tempo, essa deterioração pode levar a complicações graves.
Quais fatores de risco para hipertensão arterial:
Há inúmeros fatores de risco para o desenvolvimento da hipertensão arterial podendo ser classificados em modificáveis e não modificáveis:
Fatores Não Modificáveis
– Genética
– Idade acima de 60 anos
– Menopausa
– Etnia negra
Fatores Modificáveis
– Obesidade
– Alto Consumo de Sal
– Baixo Consumo de Potássio
– Alto Consumo de Gorduras Saturadas e Trans
– Sedentarismo
– Tabagismo
– Consumo Excessivo de Álcool
– Estresse Crônico
– Apneia Obstrutiva do Sono
– Doenças Renais
– Doenças Endócrinas

A pressão muda durante o dia?
É importante observar que a pressão arterial pode variar ao longo do dia, sendo influenciada por fatores como atividade física, estresse, sono e medicamentos. Por isso, o diagnóstico de hipertensão arterial nem sempre é simples! É necessário ter várias medições ou fazer exames direcionados a essa finalidade, como a MAPA e MRPA.
A análise da MAPA e MRPA, inclui as médias da pressão arterial sistólica e diastólica durante 24 horas e fornece informações valiosas para o diagnóstico e ajuste do tratamento da hipertensão arterial.
Como é feito o diagnóstico de Hipertensão Arterial?
O diagnóstico da hipertensão é feito através da medida da pressão arterial. A Sociedade Brasileira de Cardiologia recomenda que todos os adultos a partir de 18 anos tenham a pressão arterial aferida pelo menos uma vez por ano.
Mas atenção! Uma única medida de pressão alta não significa que você tem hipertensão. É necessário realizar medições repetidas em consultório ou através de métodos de monitoramento fora do consultório, como a Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial (MAPA) e a Monitorização Residencial da Pressão Arterial (MRPA).
A Importância da MAPA e da MRPA:
– MAPA: Permite o registro da pressão arterial durante 24 horas, fornecendo um panorama completo da variação da pressão ao longo do dia.
– MRPA: O paciente realiza as medidas da pressão em casa, em um ambiente mais relaxado, o que pode ser mais representativo da pressão arterial do dia a dia.
Esses métodos são importantes para identificar casos de Hipertensão do Avental Branco (pressão alta apenas no consultório) e Hipertensão Mascarada (pressão normal no consultório, mas alta em outros momentos).
Pressão 120×80 mmhg virou pressão alta?
Pela Diretriz Europeia de Hipertensão Arterial de 2024, foi definida uma nova classificação:
– PA não elevada: < 120 / 70mmHg
– PA elevada: PA sistólica 120-139mmHg e PA diastólica:70-89mmhg
– Hipertensão: ≥ 140/90mmHg

Portanto o famoso 12×8 não é mais considerado normal, porém isso não significa que é necessário iniciar medicamentos para abaixar a pressão. O tratamento deve sei iniciado para os pacientes com hipertensão (valores acima de 140/90mmhg).
Aqueles com pressão arterial elevada devem iniciar mudanças do estilo de vida, como fazer atividade física, reduzir consumo de sódio, reduzir alimentos industrializados, dentre outros. Apenas casos individualizados de pacientes de alto risco cardiovascular que deverão ser tratados.
A pressão muda quando dormimos?
Sim, o nome desse fenômeno, observado na maioria dos indivíduos saudáveis, se chama descenso noturno. Ou seja, é esperado que a pressão arterial reduza em torno de 10% quando comparado com o estado de vigília. A ausência ou atenuação desse descenso, tem sido associada a um maior risco de eventos cardiovasculares, como acidente vascular cerebral e infarto agudo do miocárdio.
Quando isso não ocorre, é necessário avaliar como esta a qualidade do sono e investigar uma condição chama Apneia Obstrutiva do Sono.
A Apneia Obstrutiva do Sono é caracterizada por episódios repetitivos de pausas respiratória enquanto dorme. Essas pausas reduzem a concentração de oxigênio do sangue e por um mecanismo de sobrevivência, ocorrem vários despertares durante a noite para a pessoa conseguir respirar. Quem possui essa condição, além de ter uma qualidade de sono ruim, apresenta maiores riscos de ter hipertensão arterial e eventos cardiovasculares.

Pressão de difícil controle, o que pode ser?
Muitas pressões são mal controladas devido ao uso irregular das medicações, tratamento não otimizado, uso excessivo de sódio ou álcool, dentre outros. Porém, se o paciente faz tudo direitinho: ajusta seus medicamentos com o cardiologista, toma no horário correto e mesmo assim a pressão não esta controlada, pode-se estar diante de uma hipertensão arterial resistente.
A hipertensão arterial resistente é uma condição clínica desafiadora, caracterizada pela persistência de valores pressóricos elevados apesar do uso de três ou mais medicamentos anti-hipertensivos de classes diferentes, incluindo um diurético.
Diversos fatores de risco podem contribuir para o desenvolvimento da hipertensão arterial resistente, incluindo:
– Sobrepeso/Obesidade
– Ingestão Excessiva de Sal
– Consumo Excessivo de Álcool
– Histórico Familiar de Hipertensão
O mau controle pressórico, ou seja, a persistência de valores elevados de pressão arterial ao longo do tempo, está associado a um risco significativamente aumentado de diversas complicações de saúde, impactando negativamente a qualidade e a expectativa de vida.
Quando procurar o hospital devido à pressão alta?
A hipertensão arterial, geralmente silenciosa, pode se tornar uma emergência médica, exigindo atenção imediata.
Elevação aguda e significativa da pressão arterial (PA), com valores de PAS ≥ 180 mmHg e/ou PAD ≥ 120 mmHg pode resultar em danos aos órgãos e risco de morte.
É importante reconhecer os sinais de alerta e procurar ajuda médica sem demora nas seguintes situações:
- Dor no peito intensa
- Falta de ar intensa e repentina
- Confusão mental
- Fraqueza ou paralisia em um lado do corpo
- Dificuldade em falar
- Alterações visuais repentinas
- Convulsões
- Dor de cabeça intensa e persistente, especialmente se acompanhada de náuseas e vômitos
Como a perda de peso auxilia no controle da pressão arterial?

A perda de peso é uma das medidas mais eficazes para controlar a pressão arterial, especialmente em pessoas obesas ou com sobrepeso. Diversos estudos demonstram que a redução do peso corporal leva a uma diminuição significativa da pressão arterial, tanto sistólica quanto diastólica.
Mesmo uma pequena perda de peso pode trazer benefícios significativos para o controle da pressão arterial. Um estudo mostrou que a perda de 10% do peso corporal foi capaz de reduzir a pressão arterial sistólica em 6 mmHg e a diastólica em 3 mmHg, medida pelo monitoramento ambulatorial da pressão arterial de 24 horas.
Tratamento Não Medicamentoso da Pressão Arterial

O tratamento não medicamentoso da hipertensão arterial desempenha um papel crucial na prevenção e controle da pressão arterial elevada, atuando como a base para um estilo de vida saudável e um coração mais forte. As principais recomendações são:
1. Perda de Peso: A perda de peso de apena 5% já apresenta benefícios do controle e redução da pressão arterial.
2. Dieta DASH: A dieta DASH (Dietary Approaches to Stop Hypertension) é um plano alimentar rico em frutas, verduras, legumes e laticínios com baixo teor de gordura, além de ser pobre em sódio, gorduras saturadas e colesterol.
A combinação da dieta DASH com a restrição de sódio e a perda de peso potencializa os efeitos na redução da pressão arterial.
3. Restrição de Sódio: É recomendado a ingesta de 2g de sódio por dia o que corresponde a 5g de sal de cozinha.
4. Atividade Física Regular: É recomendado realizar pelo menos 150 minutos de exercícios de intensidade moderada ou 75 minutos de exercícios de alta intensidade por semana.
5. Redução do Consumo de Álcool: O consumo excessivo de álcool está associado à elevação da pressão arterial.
6. Abandono do Tabagismo: A cessação do tabagismo traz benefícios imediatos para a saúde cardiovascular, com redução da pressão arterial e melhora da função endotelial.
Tratamento Medicamentoso da Hipertensão Arterial

O tratamento medicamentoso da hipertensão arterial tem como objetivo principal reduzir a pressão arterial e, consequentemente, prevenir o desenvolvimento de complicações cardiovasculares, como infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral e insuficiência cardíaca.
Há diversas opções de tratamento medicamentoso como os mais conhecidos da classe IECA, BRA, Tiazídicos e muitos outros. O médico irá escolher as medicações de maneira individualizada avaliando o estágio da hipertensão, risco cardiovascular, idade, gestação, entre muitas outras variáveis que precisam ser avaliadas.
É fundamental o acompanhamento médico regular para o tratamento da hipertensão arterial. O médico irá avaliar a resposta ao tratamento, ajustar as doses dos medicamentos, monitorizar os efeitos colaterais e realizar os exames necessários para avaliar o controle da pressão arterial e o impacto da doença em todo organismo.
O tratamento da hipertensão arterial é um processo contínuo e requer o comprometimento do paciente com o uso regular dos medicamentos, a adoção de hábitos de vida saudáveis e o acompanhamento médico regular para o controle efetivo da pressão arterial e a prevenção de complicações.
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